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Felipe Pires )
 


As fotos mais feias, canalhas e rabujentas, são as que você terá as maiores recordações, dará boas risadas e lembrará que já teve bons amigos, que sacrificaram muita coisa para poder estar lá, gritando e lutando a cada bola. Verdadeiros irmãos, pois compartilhamos muitos mais que basquete, enfim, experiências de vida.



Escrito por Felipinho às 21h59
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Já vivemos algo parecido com a atual crise mundial, em 1920, vamos fazer uma comparação destas crises e falar dos efeitos no nosso Estado.

Palavras chaves: Estados Unidos; crise econômica; Brasil; Amapá e desemprego.

Podemos comparar a atual crise mundial com a que aconteceu na década de 1920, onde os EUA tiveram a hegemonia no mercado financeiro por causa das altas tarifas alfandegárias, que protegiam o mercado interno dos produtos estrangeiros. O país se desenvolveu muito rápido, mas os bancos começaram a vender títulos que não foram pagos assim como na crise atual, onde o mercado americano teve uma expansão acelerada e as empresas imobiliárias aproveitaram os juros baixos para financiar casas, o problema foi que eles venderam muitos imóveis para quem tinha um histórico de inadimplência e resolveram correr esse risco porque a taxa de retorno era muito alta, mas se FERRARAM, além de levar o mundo inteiro junto com eles.

A economia do Brasil está em uma situação crítica, porque o presidente disse para que ninguém tivesse medo, pois o problema estava nos EUA e não iria afetar o país, mas como a economia é globalizada, logo a crise chegaria aqui. O governo brasileiro isentou o IPI (imposto sobre produtos industrializados), diminuiu o imposto de renda, a carga tributária e mandou os bancos emprestarem mais dinheiro, adotando uma política de estimular o consumo para que a inflação não aumentasse.

No Amapá temos uma economia pequena que depende dos acontecimentos no Brasil e no mundo, 87% do nosso PIB (Produto Interno Bruto) é gerado no comércio e 13% na agricultura e na indústria, isso mostra que não produzimos praticamente nada no nosso Estado, tudo vem de fora. Temos como base da nossa economia o poder público que na verdade é o nosso maior empresário e se ele diminuir os impostos não tem de onde tirar fundos para usar no Estado, passando a investir menos, o que gerará um alto desemprego.

“Se a padaria diminui o número de vendas, a quantidade produção de pães é diminuída, caso contrário vai ter prejuízo e para isso não acontecer ela despede alguns trabalhadores, que deixam de comprar produtos como: carros, eletrodomésticos e eletrônicos. É como uma bola de neve que cresce sozinha” Jurandil Joares.

A saída que o governo amapaense encontrou foi construir 3.900 unidades habitacionais, mas não há a quantidade necessária de trabalhadores especializados na área, portanto quem era operador de máquinas vai ter que virar pedreiro se quiser emprego.

Nós teremos que aprender a produzir o que consumimos, porque se isso não acontecer, as economias mais desenvolvidas iram impor tudo que querem sobre nós. As principais medidas que temos que tomar são: traçar uma política de financiamento ao setor agrícola e rever a política de juros adotada pelos bancos, pois hoje em dia é muito fácil ir ao banco e fazer um financiamento de carro, mas tente financiar um trator, além disso se os bancos brasileiros forem mais honestos conseguiremos fazer empréstimos muito mais fácil e com menos ROUBO.

Enfim, para resolver esta tremenda crise a que fomos submetidos é preciso avaliar corretamente as causas e as conseqüências. Sem isto não saberemos tomar as medidas corretas, urgentes e precisas para diminuir o impacto da crise em nossas vidas. Não é com lorotas e bazófias que vamos resolver a situação. É COM TRABALHO E INTELIGÊNCIA.



Escrito por Felipinho às 23h26
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